segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Na eternidade do querer, aspiro a ter-te um amor desmedido e deixar que me ames ainda mais e tanto nos amaremos que a minha alma seguirá o movimento de todas as coisas sem que te veja morrer.
E, se um dia o meu corpo, se pintar de negro.
Tu morres e eu desapareço.

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