ascende cúmplice a paixão…
Este é o prenúncio de uma realidade
onde o corpo bebe uma entidade misteriosa,
iluminada pela luz de um poema
fecundado nas mãos que me ofereces.
Mãos que se fecham em concha,
querendo conter palavras feitas de água…
onde a paz corre intacta,
como se nunca me tivesse abandonado.

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